sábado, 19 de setembro de 2009

Gosto de olhar os olhos do meu avô. Gosto daquele verde que viu tudo, e que brilha, intenso. Gosto de observar o rosto do meu avô. Gosto das marcas que guardam histórias, que resistem com ternura ao tempo. Gosto de ver as mãos do meu avô. Gosto de pensar que moldaram arte, moldaram vidas, que escreveram palavras, escreveram destinos.
Gosto dos seus movimentos de tecer histórias, de afagar cabelos-de-neta...
É doce sonhar o mundo do meu avô.

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